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Paulão diz que condenação de Lula é fruto de uma conspiração golpista

Deputado manifestou solidariedade a Lula e condenou parcialidade do juiz Moro

Em nota à imprensa, o  deputado federal Paulão (PT-AL) declarou que a condenação do ex-presidente Luis Inácio Lula  da Silva é “mais um episódio da caçada ao ex-presidente Lula, violando seus Direitos Humanos e em sintonia com a conspiração golpista que invadiu o Estado brasileiro”.

Paulão: conspiração golpista

Ao manifestar solidariedade ao ex-presidente, Paulão disse que o intuito da conspiração foi “instalar uma quadrilha em postos estratégicos da política nacional e criminalizar a maior liderança popular do país, líder em todas as pesquisas de intenção de voto se as eleições presidenciais fossem realizadas hoje”.

O deputado também condenou a parcialidade do juiz Sérgio Moro e lamentou que a justiça, neste caso, tenha se pautado por “uma investigação que não apresentou nenhuma prova contra Lula, apenas convicções expressas em slides risíveis de PowerPoint”. Para ele, a condenação pela compra de um triplex não se sustenta, uma vez que dezenas de testemunhas foram ouvidas e nenhuma delas culpabilizou o ex-presidente no episódio.

Eis a nota na íntegra:

Manifesto minha solidariedade integral ao ex-presidente Lula, condenado injustamente hoje pelo juiz Sérgio Moro acusado sem provas pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Esta condenação é mais um episódio da caçada ao ex-presidente Lula, violando seus Direitos Humanos e em sintonia com a conspiração golpista que invadiu o Estado brasileiro com o intuito de instalar uma quadrilha em postos estratégicos da política nacional e criminalizar a maior liderança popular do país, líder em todas as pesquisas de intenção de voto se as eleições presidenciais fossem realizadas hoje.

Fruto de uma investigação que não apresentou nenhuma prova contra Lula, apenas convicções expressas em slides risíveis de PowerPoint, a condenação pela compra de um triplex não se sustenta, uma vez que dezenas de testemunhas foram ouvidas e nenhuma delas culpabilizou o ex-presidente no episódio.

A parcialidade de Moro foi visível em todo o processo. Sua proximidade com acusados na Operação Lava-Jato, como o senador Aécio Neves, do PSDB, demonstra seu desprezo pela isonomia que caracteriza as posições de um juiz isento e manifesta sua vocação político-partidária, tirando o foco da opinião pública da denúncia contra o presidente Michel Temer e um dia depois da aprovação da Reforma Trabalhista no Senado, que contou com apoio irrestrito do partido ao qual o juiz de primeira instância sempre mostrou publicamente seu apreço e preferência.

A condenação apenas se converterá em prisão se não for revertida nas instâncias superiores, portanto, isso não inviabiliza a possibilidade da candidatura de Lula em 2018. No entanto, devemos estar em mobilização permanente e incansável, pois o projeto da elite político-jurídica nacional é impedir que Lula seja candidato para dar continuidade ao projeto golpista de desmonte do Estado, de ataque aos Direitos Humanos e de retirada de direitos sociais e econômicos.

A luta continua!”

 

Fonte: É Assim e Assessoria de Comunicação

 

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